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Projeto Águas de Teresópolis (Parte 1 - Recursos hídricos e Água Doce)

A água possui inúmeras utilidades e muitos significados. Ela é um recurso natural, isto é, fornecida pela natureza para utilizarmos de formas diferentes. A cada dia ela está mais cara.

Para os ambientalistas e quem ama plantas e animais, a água significa a vida para os seres vivos. Para os religiosos tem o poder de purificar a alma. Para empresários e empreendedores de diferentes setores, é um recurso de muitas utilidades como: MEIO DE TRANSPORTE, DILUIDOR DE RESÍDUOS E SUBST NCIAS QUÍMICAS (EFLUENTES) ELIMINADOS PELAS INDÚSTRIAS, AUXILIAR NA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS, GERADORA DE ENERGIA E ABASTECE POPULAÇÕES PARA HIGIENE, SAÚDE E TRATAMENTO, BEM COMO PARA DIVERSÃO.

Cada ser humano têm uma visão individual à respeito da água como recurso natural. O desenvolvimento econômico e social do Brasil ( e de seus estados e municípios) depende de nossos recursos hídricos.

A água é o termo utilizado para o elemento da natureza sem qualquer uso ou utilização. O termo “RECURSO HÍDRICO” é usado para a água como bem econômico, sendo a água doce o elemento mais importante para o abastecimento do consumo humano e para o desenvolvimento de suas atividades na indústria, na agricultura, na pecuária e na manutenção da vida de plantas e animais dos vários ecossistemas do nosso país.

A lei ambiental vigente – RESOLUÇÃO CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) nº 357/2004 – classifica as águas do Brasil, de acordo com a salinidade, em “ÁGUA DOCE” (salinidade entre 0,5% ) - “ÁGUA SALOBRA” (salinidade entre 0,5% e 30%) e “SALINA OU SALGADA” (salinidade superior a 30%).

Fonte: Águas Doces no Brasil (Capital Ecológico, uso e conservação) – Organização e coordenação científica – Aldo da C. Rebouças, Benedito Braga, José Galizia Tundisi.
Ed. Escrituras Editora e Distribuidora de livros Ltda.
São Paulo 2006

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ICMBio e a importância dos Conselhos para preservação

A voz de um conselho traz a riqueza da decisão coletiva, em toda a sua diversidade, e tranquilidade aos gestores de Unidades de Conservação (UC) para a tomada de decisões. Neste sentido, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) trabalha pela estruturação dos conselhos – consultivos ou deliberativos – em todas as Unidades de Conservação.

Os conselhos auxiliam as UCs no alcance de seus objetivos. São formados por representantes de instituições governamentais, da sociedade civil ou comunidades, indicados legitimamente e representativos em relação aos grupos de interesse. O conselheiro tem o papel promover e facilitar o diálogo entre a sociedade e a gestão da unidade de conservação.

Fonte

Dia da Conservação do Solo

No dia 13 de novembro de 1989 foi publicada a lei federal de número 7.876, instituindo 15 de abril como o Dia Nacional da Conservação do Solo. Tal data foi escolhida em homenagem ao nascimento de um conservacionista estadunidense que desempenhou importante papel nesta área: Hugh Hammond Bennett (1881–1960), considerado em seu país como o “pai” da conservação do solo.

O solo é o resultado do intemperismo de rochas por agentes físicos, químicos e biológicos, como a ação de chuvas, de ventos, e seres vivos; aliado à matéria orgânica. Abrigo para diversas espécies, como minhocas, fungos e micro-organismos, é dele que brota uma ampla vegetação, capaz de formar paisagens distintas e permitir a sobrevivência de diversas espécies que interagem entre si e com o ambiente. Graças ao solo, temos fontes de alimento, matéria-prima para os mais diversos fins, reciclagem de matéria orgânica, filtração e abrigo de água, dentre outros.

Em suma, nossa existência está bastante relacionada à sua formação e, por tal motivo, esta data não deve passar em branco nas escolas. Propor aos alunos a apresentação de seminários sobre aspectos relacionados à temática permitirá que compreendam mais profundamente sobre ele.

Para que não se corra o risco de apenas um aluno do grupo preparar a apresentação, ou que cada um se encarregue apenas da parte a que lhe foi atribuída, sugiro que o professor sorteie um integrante, minutos antes da apresentação.

A seguir, apresento alguns temas que podem ser trabalhados nos seminários:

- A importância do solo
- Processos de formação dos solos
- Perfis e horizontes do solo
- A constituição do solo
- Funções do solo
- Os organismos que vivem no solo
- Erosão e degradação do solo
- Empobrecimento do solo

Caso toda a escola se proponha a comemorar este dia, recomendo a visita de um profissional que trabalhe nesta área, a fim de palestrar, ou mesmo apresentar, na prática, alguns aspectos do solo, enfocando seus aspectos e a importância de sua conservação.

Tal momento poderá ser encerrado com o plantio ou distribuição de mudas típicas do bioma.

Por Mariana Araguaia
Fonte: Brasil Escola

3º encontro de Municípios com Desenvolvimento Suatentável

Aconteceu dos dias 7 ao dia 9 de abril, em Brasília, o III Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS). A cidade de Teresópolis esteve representada.

O objetivo do encontro é fomentar o diálogo entre os gestores públicos e incentivar a construção conjunta de uma agenda positiva e propositiva em torno da sustentabilidade urbana no país. O evento conta com arenas de diálogos (debates com especialistas), palestras com recursos tecnológicos e audiovisuais, praças de boas práticas, salas temáticas e feira de exposição e divulgação de experiências exitosas dos municípios.


Com proposta inovadora e conteúdo atual, essa edição do Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável reúne mais de cinco mil participantes entre prefeitos, gestores públicos municipais, secretários e dirigentes municipais, pesquisadores, estudantes e representantes do governo federal, entre outros.

Atraídos por uma pauta construída a partir das demandas municipais, os participantes estão aproveitando a oportunidade para trocar experiências, acessando as boas práticas bem sucedidas de municípios com realidades comuns, acumulando informações sobre temáticas importantes, além de participarem dos debates e palestras.

Os eixos escolhidos do III EMDS são:

• Políticas públicas de incentivo ao empreendedorismo e ao desenvolvimento local sustentável;
 • Gestão, universalização e qualidade de águas;
 • O protagonismo dos governos locais nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ONU) e no Habitat III;
 • Mobilidade urbana: o impasse do atual modelo e a urgência por alternativas inclusivas, sustentáveis e de qualidade;
 • Qualidade, financiamento e governança das políticas públicas locais e metropolitanas;
 • As cidades, a reforma política e participação social.

Fonte

Engenheiro e Arquiteto de Família em Petrópolis

A Prefeitura de Petrópolis deu início à elaboração do Programa Engenheiro e Arquiteto de Família, que possibilitará melhorias estruturais em casas que ofereçam riscos para moradores de baixa renda.

Para a elaboração e execução do programa, a Prefeitura firmou parceria com a Universidade Católica de Petrópolis (UCP), que disponibilizará estudantes de Engenharia para que, por meio de estágio, participem do projeto.

A proposta é que a Prefeitura reduza os riscos de desastres das chuvas no município, com intervenções que deixem as casas mais seguras, no caso de moradores que não têm condições financeiras de contratar um engenheiro ou um arquiteto.

Fonte e mais informações aqui

CEAT deseja a todos uma feliz Páscoa!


Páscoa é...
Ser capaz de mudar.
Partilhar a vida na esperança.
Lutar para vencer toda sorte de empecilhos.
Ajudar mais gente a ser gente.
Dizer sim ao amor e à vida.
Investir na fraternidade.
Lutar por um mundo melhor.
Vivenciar a solidariedade.
É Renascimento, é recomeço.
É vermos que hoje… Somos mais do que fomos ontem.

Desejamos a todos os sócios, amigos e amigas uma feliz Páscoa, cheia de paz, amor e muita saúde!