Resumo do XII Café Ecosófico - O CEAT (Centro de Ecologia Aplicada de Teresópolis) realizou dia 29 de novembro a 12ª edição do Café Ecosófico no Vila Nova Parque Hotel, teve como palestrante o professor Miguel Angelo Filho
Assets Facebook
Menu em CSS3
A História das Coisas
Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.
História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.
História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.
História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.
História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.
História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.
Milho transgênico criou super lagartas
Boa parte dos produtores de milho de Mato Grosso enfrenta problemas na safria atual com o ataque de lagartas a uma variedade de milho transgênico. Ocorre que a praga passou a ter resistência e não o contrário, como a tecnologia propunha.
Nery Ribas, gerente técnico da Aprosoja/MT, afirma que a lagarta do cartucho é a maior vilã desse tipo de milho.
A resistência da praga já era esperada, mas os produtores acreditavam que ela demoraria mais para aparecer. A tensão se acirrou este ano, embora o problema exista há pelo menos duas safras.
A primeira variedade comercial de milho Bt foi lançada no Brasil pela Monsanto, em 2007, uma década depois dos EUA. Nos anos seguintes, outras gigantes do segmento, como Syngenta, DuPont e Dow AgroSciences , trilharam esse caminho e 16 cultivares de milho resistente a insetos já estão aprovadas no país.
A pedido do Ministério da Agricultura, a Embrapa está trabalhando em uma política pública de manejo de resistência de lagartas ao milho Bt. O documento deverá ser encaminhado ao ministério nos próximos dias.
Em nota, a DuPont, por meio de sua divisão de sementes Pioneer, confirmou que um monitoramento no Brasil apontou o desenvolvimento de resistência da lagarta do cartucho à proteína Cry1F, usada no milho transgênico da companhia. A empresa afirma estar trabalhando junto aos produtores "em práticas de manejo eficazes para estender a durabilidade da tecnologia", processo que envolve "o monitoramento, a aplicação de inseticidas e o manejo efetivo durante a safra".
Fonte: Mariana Caetano, publicada pelo jornal Valor, 19-05-2014.
Nery Ribas, gerente técnico da Aprosoja/MT, afirma que a lagarta do cartucho é a maior vilã desse tipo de milho.
A resistência da praga já era esperada, mas os produtores acreditavam que ela demoraria mais para aparecer. A tensão se acirrou este ano, embora o problema exista há pelo menos duas safras.
A primeira variedade comercial de milho Bt foi lançada no Brasil pela Monsanto, em 2007, uma década depois dos EUA. Nos anos seguintes, outras gigantes do segmento, como Syngenta, DuPont e Dow AgroSciences , trilharam esse caminho e 16 cultivares de milho resistente a insetos já estão aprovadas no país.
A pedido do Ministério da Agricultura, a Embrapa está trabalhando em uma política pública de manejo de resistência de lagartas ao milho Bt. O documento deverá ser encaminhado ao ministério nos próximos dias.
Em nota, a DuPont, por meio de sua divisão de sementes Pioneer, confirmou que um monitoramento no Brasil apontou o desenvolvimento de resistência da lagarta do cartucho à proteína Cry1F, usada no milho transgênico da companhia. A empresa afirma estar trabalhando junto aos produtores "em práticas de manejo eficazes para estender a durabilidade da tecnologia", processo que envolve "o monitoramento, a aplicação de inseticidas e o manejo efetivo durante a safra".
Fonte: Mariana Caetano, publicada pelo jornal Valor, 19-05-2014.
XII Café Ecosófico - Agrotóxicos: Uma visão local
O CEAT (Centro de Ecologia Aplicada de Teresópolis) realizou dia 29 de novembro a 12ª edição do Café Ecosófico no Vila Nova Parque Hotel
Programação:
9h: Café da manhã
10h: Palestra
11h: Debate com profissionais convidados
Confira como foi o evento clicando aqui
XI Café Ecosófico (agosto 2014)
Confira as fotos do XI Café Ecosófico promovido pelo CEAT! clique aqui.
O XI Café Ecosófico, realizado no dia 02 de agosto, às 9:00 no Horto Municipal foi um sucesso!
Teve como tema as palestras: A Energia da Terra e Alimentos Saudáveis.
Estiveram presentes, no evento, 80 pessoas, entre associados, amigos e convidados.
Confira as fotos!
Grande abraço,
Simone Chacon (Presidente).
Queimada já atingiu área de 1330 campos de futebol.
![]() |
| Foto: Roberto Ferreira |
Na tarde deste sábado, as chamas que consomem a vegetação de Mata Atlântica dentro do Parque Nacional da Serra dos Órgãos chegaram a uma área com 2.150 metros de altitude. Os esforços de brigadistas do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e do Ibama não foram suficientes para evitar que o fogo que se alastra pelo Parque Nacional da Serra dos òrgãos chegasse aos campos de altitude da unidade de conservação federal – área que tem um dos ecossistemas mais raros da Mata Atlântica. Até sexta-feira, a frente de fogo estava restrita ao Morro do Mamute, em Petrópolis.
Ao todo, 20 pontos de incêndio atingiam Petrópolis na manhã deste sábado. Dos 21 identificado na sexta-feira, apenas um, na região do Vale das Videiras, foi extinto. Ao menos 200 bombeiros tentavam combater as chamas que já destruíram 3,3 mil hectares de vegetação na cidade serrana. Oito grandes incêndios estavam sendo combatidos, na manhã deste sábado. Em alguns pontos, como na região de Secretário, o fogo está a 100 metros de casas.
— Faço um apelo à população para que não coloque mais fogo em uma folha sequer. Os incêndios em Petrópolis acontecem por causa de atitudes humanas. Nosso apelo é para que as pessoa não queimem lixo, não façam a limpeza de terrenos com queimadas, não soltem fogos ou joguem guimbas de cigarro próximo à áreas verdes. Com o clima seco, qualquer fagulha inicia um incêndio — pediu Roberto Robadey Júnior.
Fonte: O Globo
Almoço da Primavera foi um sucesso!
O Almoço da Primavera do CEAT foi realizado no dia 21 de setembro, no Vila Nova Parque Hotel. Estiveram conosco 80 pessoas entre amigos e associados do CEAT.
O almoço teve música ao vivo do grupo TRIO LOZ TREZ ( Batera, Delso e Roberta). Durante a apresentação tivemos as participações artísticas, especiais, de Carmino Pacheco e Luiz Carlos Teodoro.
A presidente do CEAT Simone Cahcon, fez uma apresentação das atividades que o CEAT realizou desde o início de sua gestão, até setembro.
Ao final os diretores Augusto Edmundo Braga e Jorge Serafim realizaram um sorteio entre os presentes. Foram sorteadas jardineiras que fazem parte do Projeto Florir Teresópolis e lindas orquídeas (veja aqui as fotos do sorteio).
O almoço teve música ao vivo do grupo TRIO LOZ TREZ ( Batera, Delso e Roberta). Durante a apresentação tivemos as participações artísticas, especiais, de Carmino Pacheco e Luiz Carlos Teodoro.
A presidente do CEAT Simone Cahcon, fez uma apresentação das atividades que o CEAT realizou desde o início de sua gestão, até setembro.
Ao final os diretores Augusto Edmundo Braga e Jorge Serafim realizaram um sorteio entre os presentes. Foram sorteadas jardineiras que fazem parte do Projeto Florir Teresópolis e lindas orquídeas (veja aqui as fotos do sorteio).
Faltou água no debate eleitoral (MARCIA HIROTA)
É de espantar a ausência do tema “água” no debate eleitoral, seja ele federal ou estadual. Nem mesmo a alarmante situação da falta d’água no Sudeste, região que vive uma grave crise de abastecimento, fez com o tema entrasse de forma estratégica e séria no debate político. E o que falar de São Paulo, cuja capital e região metropolitana, onde vivem 10% da população do país, acorda todos os dias com a notícia de que os níveis de seus reservatórios abaixam a cada manhã – isto quando o destaque não é para a falta d’água em sua própria torneira?
Nas declarações do governo do Estado de São Paulo, que tem o governador como candidato à reeleição, o que vemos é a tentativa de passar um clima de tranquilidade à população, o que não corresponde à gravidade da questão. Já a oposição, quando aborda o tema, é para fazer ataques à atual gestão, passando longe do que realmente deveria ser o foco do debate: a grave crise ambiental.
O abastecimento urbano de água envolve, por suposto, a conservação de mananciais, obras de captação, tratamento, distribuição e armazenamento, zoneamento urbano e um planejamento complexo, com instrumentos de gestão e regulação integrados. Há décadas, São Paulo tornou-se grande demais para seus mananciais e busca água cada vez mais longe, em outras regiões. Isso gera conflitos que precisam ser mediados por agências de água e comitês de bacias de forma compartilhada, mas é apenas parte do problema. A outra parte é a saúde dos próprios mananciais. Ocorre que para ter água, como todos sabemos, é preciso ter florestas. E o Estado de São Paulo, assim como o restante do Centro-Sul e o Nordeste do país, primam pela ausência de cobertura florestal.
Dados do Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlântica apontam Minas Gerais como recordista do desmatamento pela quinta vez, e o Estado é justamente o que reúne as nascentes das bacias dos rios Doce, São Francisco, Paraíba do Sul e do Sistema Cantareira, entre outros grandes rios que abastecem cidades e metrópoles.
Para piorar, o novo Código Florestal tornou grande parte desse déficit permanente, ao reduzir a proteção florestal do entorno de nascentes e margens de rios e ao mudar a forma como a faixa a ser protegida é calculada. Além disso, a água que cai (ou costumava cair) do céu no Sudeste é gerada em outra floresta, a Amazônica. De acordo com um estudo de Antonio Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o alto desmatamento acumulado ali pode estar se juntando à mudança climática para produzir um mundo no qual a estiagem de 2013-2014 seja regra e não exceção.
(...)
Marcia Hirota é diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica.
FONTE: Revista Época
CEAT CONVIDA
CEAT - Centro de Ecologia Aplicada de Teresópolis
CONVIDA: venha tomar um Café, às 9:00, no dia 02 de agosto, no Horto Municipal. Além das palestras sobre energias da terra/céu, teremos uma palestra sobre os alimentos saudáveis. Iremos, também, falar sobre os projetos e ações do CEAT.
Venha contribuir com suas ideias para melhorar a cidade e sua comunidade.
Vamos participar!
Esperamos por vocês!
Participação gratuita, confirme sua presença pelo email: ceat.tere@gmail.com ou tel 99249-8082, até 30 de julho de 2014.
Esperamos por vocês!
Participação gratuita, confirme sua presença pelo email: ceat.tere@gmail.com ou tel 99249-8082, até 30 de julho de 2014.
Palestras
1. Energias da Terra e dos Céus
E a importância destas na criação de ambientes para o ser humano.
Alguns tipos de energias da Terra e suas influencias nos ambientes para todos os seres vivos – plantas e homens. Linhas energéticas e nós.
O Cosmo como fonte de vida e sua influência nos ambientes para todos os seres vivos – plantas e homens.
Aspectos positivos e negativos destas energias para o viver de todos os seres.
Palestrante:Angela MMMartins.
Arquiteta, Urbanista pela UFRJ. Doutora em Planejamento urbano pela Universidade de Paris X, Pós-doutora em Turismo e desenvolvimento pela Universidade de Paris I – Sorbonne, França.
Radiestesista. Geobióloga. Especialista em Casas e Lugares Energéticos.
2. A Harmonia com a natureza começa dentro de cada um.
Na ocasião será apresentada uma linha de produtos integrais e orgânicos. Todos orgânicos e biodinâmicos,tratados com homeopatia.
Palestrante: Silvia Barros
Médica, livre pesquisadora de práticas integrais de saúde. Formada pela Unirio, com especialização em Homeopatia pelo Instituto Hanhemaniano do Brasil e Capacitação no método FAO ( fatores de auto organização) pelo Instituto Alquiotupã.
Comentários: Dra. Angélica Maria Marques de Sá – Médica e Fitoterapeuta.
3. Apresentação dos Projetos e ações do CEAT.
Veja como chegar
Veja como chegar
Refletir ao comprar, meditar ao cozinhar e agradecer ao comer
Texto: Dr.Augusto
E.Braga
Refletir ao comprar,
meditar ao cozinhar e agradecer ao comer
Com a
escassez de água potável e de alimentos para milhões de habitantes desse
planeta enquanto muitos de nós desperdiçamos alimentos no preparo, no prato e
nas lixeiras, é necessário que haja reflexão para as nossas famílias.
Quando muitos de nós compramos alimentos, o fazemos de acordo com os nossos gastos, nossos olhos e nossos bolsos. É raro pesquisarmos as fontes e as origens dos alimentos porque as indústrias de alimentos “facilitam” as nossas vidas com alimentos congelados, em caixas e latas, quando não possuem rótulos e propagandas enganosas em termos de informações nutricionais e datas de validade.
Deixamos por conta de pessoas desavisadas a função de comprar e preparar os nossos alimentos – FONTES DE VIDA, ENERGIA E SAÚDE PARA TODOS – por simples “FALTA DE TEMPO PARA COMPRAR”. Isto quando não vamos ao rodízio, ou restaurante de comida a quilo na esquina para engolirmos rapidamente a comida por causa de trabalho ou outros compromissos.
Cozinhar, preparar e servir alimentos são gestos de amor e arte, e como tal podem (e devem) ser acompanhados de meditação (CULINÁRIA SHÔJIN DOS MOSTEIROS ZEN BUDISTAS) e fluidos positivos de quem cuida dos alimentos a serem servidos.
Muitos conhecem a afirmação: “NÓS SOMOS O QUE COMEMOS”. Mas, no dia a dia, cometemos erros graves na nossa saúde, o nosso bem-estar e, consequentemente a nossa qualidade de vida.
A maioria de nós tem acesso às informações atualizadas sobre nutrição e saúde, mas os nossos hábitos sociais e culturais são regados à refrigerantes, bebidas alcoólicas variadas e sucos de caixa ou garrafa.
Sabemos o que faz bem à saúde, mas as batatas fritas, os salgadinhos, as frituras, as pizzas e os churrascos são os nossos favoritos nas comemorações, nos jogos e programas de televisão em família, ou entre amigos, e nas reuniões com amigos.
Não analisamos o consumo de água que requer cada alimento no nosso prato, não procuramos saber a origem e os cuidados dos vegetas e das frutas que consumimos, enfim não temos noção da energia, da química e da degradação do meio ambiente que acompanham os alimentos que consumimos diariamente.
Isto sem considerarmos a exploração de homem do consumo e o enriquecimento das “indústrias de alimentos”.
Hoje, é fundamental que haja uma conscientização das pessoas em relação às fontes de seus alimentos, ao aproveitamento integral (sem desperdício) desses alimentos, tanto na preparação como no consumo e, acima de tudo, a necessidade de agradecermos casa refeição do dia por um privilégio que milhões de nossos semelhantes não têm por causa da falta de uma política justa produção de alimentos, por causa das monoculturas e distribuição dos lucros da agropecuária em detrimento dos recursos e serviços naturais de nossos principais biomas.
Quando muitos de nós compramos alimentos, o fazemos de acordo com os nossos gastos, nossos olhos e nossos bolsos. É raro pesquisarmos as fontes e as origens dos alimentos porque as indústrias de alimentos “facilitam” as nossas vidas com alimentos congelados, em caixas e latas, quando não possuem rótulos e propagandas enganosas em termos de informações nutricionais e datas de validade.
Deixamos por conta de pessoas desavisadas a função de comprar e preparar os nossos alimentos – FONTES DE VIDA, ENERGIA E SAÚDE PARA TODOS – por simples “FALTA DE TEMPO PARA COMPRAR”. Isto quando não vamos ao rodízio, ou restaurante de comida a quilo na esquina para engolirmos rapidamente a comida por causa de trabalho ou outros compromissos.
Cozinhar, preparar e servir alimentos são gestos de amor e arte, e como tal podem (e devem) ser acompanhados de meditação (CULINÁRIA SHÔJIN DOS MOSTEIROS ZEN BUDISTAS) e fluidos positivos de quem cuida dos alimentos a serem servidos.
Muitos conhecem a afirmação: “NÓS SOMOS O QUE COMEMOS”. Mas, no dia a dia, cometemos erros graves na nossa saúde, o nosso bem-estar e, consequentemente a nossa qualidade de vida.
A maioria de nós tem acesso às informações atualizadas sobre nutrição e saúde, mas os nossos hábitos sociais e culturais são regados à refrigerantes, bebidas alcoólicas variadas e sucos de caixa ou garrafa.
Sabemos o que faz bem à saúde, mas as batatas fritas, os salgadinhos, as frituras, as pizzas e os churrascos são os nossos favoritos nas comemorações, nos jogos e programas de televisão em família, ou entre amigos, e nas reuniões com amigos.
Não analisamos o consumo de água que requer cada alimento no nosso prato, não procuramos saber a origem e os cuidados dos vegetas e das frutas que consumimos, enfim não temos noção da energia, da química e da degradação do meio ambiente que acompanham os alimentos que consumimos diariamente.
Isto sem considerarmos a exploração de homem do consumo e o enriquecimento das “indústrias de alimentos”.
Hoje, é fundamental que haja uma conscientização das pessoas em relação às fontes de seus alimentos, ao aproveitamento integral (sem desperdício) desses alimentos, tanto na preparação como no consumo e, acima de tudo, a necessidade de agradecermos casa refeição do dia por um privilégio que milhões de nossos semelhantes não têm por causa da falta de uma política justa produção de alimentos, por causa das monoculturas e distribuição dos lucros da agropecuária em detrimento dos recursos e serviços naturais de nossos principais biomas.
XI CAFÉ ECOSÓFICO
XI CAFÉ ECOSÓFICO DO CEAT
Dia: 02 de agosto - sábado - venha tomar café conosco!
Local: Horto Municipal de Teresópolis
Rua Tobias Barreto, nº 21 bairro 40 casas gleba 5 (em frente a ASBAC)
Horário: 9:00
Programação:
9:00 - Café da manhã
9:30 - Palestra - Energias da Terra e dos Céus e a importância destas na criação de ambientes para os seres humanos - Dra. Ângela MMMartins (Arquiteta e Radiestesista)
10:00 - Palestra - A Harmonia com a natureza começa dentro de cada um - Dra. Silvia Barros Médica ,livre pesquisadora de práticas integrais de saúde. Formada pela Unirio,com especialização em Homeopatia pelo Instituto Hanhemaniano do Brasil e Capacitação no método FAO ( fatores de auto organização) pelo Instituto Alquiotupã.
Comentários: Dra. Angélica Maria Marques de Sá
10:30 - Resumo das ações do CEAT - Apresentação pela Presidente e Diretores do CEAT.
Participação gratuita, confirme sua presença pelo email: ceat.tere@gmail.com ou tel 99249-8082, até 30 de julho de 2014.
Veja como chegar
Prioridades, Políticas e Projetos
Prioridades, Políticas e Projetos
Texto Dr.Augusto E. Braga
Num município que, desde sua origem, sempre foi privilegiado
e admirado, pela natureza no qual está inserida, no caso a Mata Atlântica, em
toda a sua história pouco se fez para proteger os seus ecossistemas.
A urbanização desordenada, o consumo insustentável e o
aumento populacional sem planejamento estão entre os grandes problemas para a
manutenção dos serviços ambientais fornecidos pela natureza.
Os serviços ambientais mais importantes incluem o provimento
de recursos hídricos em quantidade e qualidade, a manutenção do ciclo de
chuvas, a regulação do clima do planeta, a formação dos solos, o controle de
erosão, o armazenamento de carbono, a proteção de biodiversidade, a proteção
contra desastres, o provimento de alimentos, de belezas cênicas naturais para
lazer e outros tipos de prazer, e a manutenção de recursos genéticos das
variadas espécies nativas da fauna e da flora, dentre outros.
A falta de conhecimento da importância da manutenção das
florestas da Mata Atlântica, e da conseqüente e gradativa perda dos serviços
ambientais citados é fruto da ausência de uma política efetiva de EDUCAÇÃO
AMBIENTAL, em todos os níveis.
E quando falamos em todos os níveis citamos
hierarquicamente, as “autoridades” técnicas e políticas, que criam leis tanto
de proteção e preservação como as que punem a degradação e a devastação da
natureza pelo homem, os empresários, os educadores, representantes da sociedade
civil, universitários e escolares e a população.
Todo município privilegiado por estar situado na Região
Serrana do Estado do Rio de Janeiro, ou em qualquer outro ecossistema da Mata
Atlântica, deveria priorizar as políticas e os projetos que visam preservar o
patrimônio ecológico de seu entorno, antes de tudo..
Governantes, empresários, educadores, representantes da
sociedade civil, estudantes e representantes das várias classes da população
devem discutir decidir e agir em prol do conhecimento do que ainda resta de Mata
Atlântica para depois protegerem, preservarem e se utilizarem desse patrimônio
ecológico de uma forma real e eficazmente sustentável.
Essa Mata Atlântica que ocupava 130 milhões de hectares de
17 estados brasileiros originalmente, hoje, consiste em 7,3% da cobertura
original quando considerados fragmentos com mais de 100 hectares.
Isso é gravíssimo, pois quer dizer que mais de 50% de sua
fauna já desapareceu, muitas vezes sem sequer serem conhecidas várias espécies
de aves, mamíferos, repteis e anfíbios, sem citar os insetos a variedade de
plantas úteis à sobrevivência do homem no planeta.
A qualidade da água, e a quantidade também, dependem das
florestas preservadas. E todos os habitantes de um município como Teresópolis
deveriam ser alertados para a falta de água de qualidade para consumo que
haverá nos próximos anos, pois não temos sistema de
tratamento de esgoto, poluímos os rios com resíduos
sólidos, agrotóxicos e todos os tipos de lixo que a população urbana e agrícola
despejam nos rios e nas ruas.
Destruímos, e permitimos a destruição da mata ciliar e da mata
nas encostas, justificando estarmos plantando e cultivando para a sobrevivência
ou que estamos construindo habitações, quer sejam barracos de favelas nas
encostas, (ou casas e condomínios de luxo), quer sejam prédios nos lugares de
casas com jardins e matas preservadas, como acontece em Agriões, Tijuca e
outros bairros degradados de Teresópolis.
Não temos sistema de tratamento de esgotos, mas permitimos
obras e destruição de ruas para termos gás canalizado.
Não temos controle sobre o crescimento da população em áreas
de risco, mas essa mesma população desprivilegiada é “favorecida” com serviços
básicos de infra estrutura com aval dos prefeitos e vereadores, sem esquecer os
deputados e senadores, em troca de votos nas eleições.
O final de tudo isso nos próximos anos, será um caos
generalizado no que diz respeito à saúde, à qualidade de vida, à segurança e
aos serviços ambientais fornecidos pela Mata Atlântica da Região Serrana do Rio
de Janeiro.
As doenças resultantes da má qualidade da vida e da água, as
mortes por desastres e catástrofes relacionadas às mudanças climáticas, a
poluição grave do ar, das águas e dos ambientes serão irreversíveis, graças à
ignorância dos governantes que são facilmente corrompíveis, graças à falta de
educação ambiental de empresários que corrompem os políticos e bancam as suas
campanhas pelos seus próprios interesses e, por fim, graças aos educadores,
representantes da sociedade civil é a população que, nada, ou muito pouco fazem
para reverter este quadro caótico e negro.
Os maiores problemas são o descaso e o desconhecimento em
relação às prioridades, às políticas sociais e aos projetos que visam proteger
a fauna e a flora da Mata Atlântica para que os mais de 120 milhões de
brasileiros, que delas dependem para sobreviver. continuem a usufruir de seus
recursos e serviços com suas famílias e seus descendentes de forma consciente.
A missão do CEAT (Centro de Ecologia Aplicada de Teresópolis)
é:
“Promover a conscientização da população de Teresópolis, e
do entorno, pelo conhecimento e pela preservação do complexo ecológico da Mata
Atlântica através de parcerias, com ações educativas de disseminação do
conhecimento ecológico, visando a sustentabilidade.
Criar e administrar o Parque Cultural e Ecológico Mozart Catão.
Estimular a pesquisa, a produção e a utilização de fontes de
energia limpas, alimentos orgânicos e medicamentos naturais.”
II Curso de Jardinagem - CEAT
II CURSO DE JARDINAGEM – CEAT
PROFESSORES:
OBJETIVO: Ensinar interessados e iniciantes em jardinagem, sobre a arte de criar e de fazer a manutenção de plantas, com a finalidade de embelezar um determinado espaço.
LOCAL: Horto Municipal de Teresópolis – Rua Tobias Barreto s/nº
LOCAL: Horto Municipal de Teresópolis – Rua Tobias Barreto s/nº
DURAÇÃO: 4 sábados: Setembro (20 e 27) e Outubro (11 e 18) de 2014
PÚBLICO: público em geral ( interessados e iniciantes em Jardinagem )
INVESTIMENTO: R$ 200,00 (duzentos reais) por aluno, com material didático incluído no valor.
R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) PARA SÓCIOS DO CEAT.
FORMA DE PAGAMENTO: R$ 100,00 no ato da inscrição e o restante dia 20 de Setembro (primeiro dia do curso).
VIABILIDADE DO CURSO: MÍNIMO DE 15 e MÁXIMO DE 30 PESSOAS
R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) PARA SÓCIOS DO CEAT.
FORMA DE PAGAMENTO: R$ 100,00 no ato da inscrição e o restante dia 20 de Setembro (primeiro dia do curso).
VIABILIDADE DO CURSO: MÍNIMO DE 15 e MÁXIMO DE 30 PESSOAS
PRAZO DE INSCRIÇÃO: de 20 de junho a 10 de setembro.
LOCAIS DE INCRIÇÃO:
LOCAIS DE INCRIÇÃO:
1) Rua Wancler Fonseca, nº 67 – Agriões – procurar Ingrid
2)Rua Presidente Roosevelt, nº 1 (posto BIBI) – Várzea – procurar Sr. Jorge Serafim
3)Floricultura Canteiros Rua Emile Ducumun, nº20 Lj 10-Centro -(ao lado do SESC) procurar Sr.Valério
Telefone do CEAT para contato: 21 992498082
Telefone do CEAT para contato: 21 992498082
PROFESSORES:
• Valério Féo – Engenheiro Agrônomo (Univ. Federal Viçosa - MG) / Especialista em plantas ornamentais e paisagismo (Univ. Federal Lavras – MG )/ Proprietário da empresa Canteiros Jardinagem
• Teresa Lindoso – Engenheira Agrônoma (Univ. Federal Rural – RJ) / Especialista em Analise e Avaliação Ambiental (PUC-RJ) / Professora dos cursos de Hidrologia e Meteorologia (UNIFESO)/ Professora do curso de Gestão Ambiental (UNOPAR)
• Simone Chacon – Engenheira Florestal - ESALQ - USP
PROGRAMAÇÃO:
20/09/14 (sábado) – Com todos os professores e diretores do CEAT
• 7:45 hs – apresentação do curso, professores e metodologia
- palestras extras
- apresentação dos alunos, materiais necessários
- visita ao Horto
• 9:45 hs – intervalo
• 10:00 hs – tipos de plantas, grama, solo / aula prática
• 13:00 hs – Encerramento
27/09/14 (sábado) – Professoras Teresa Lindoso e Simone Chacon
• 7:45 hs – Plantios e replantios – teoria e prática
• 9:45 hs – intervalo
• 10:00 hs – adubação – tipos de adubo / técnicas de poda
• 13:00 hs – encerramento
11/10/14 (sábado) – Professor Valério Féo
• 7:45 hs – Tipos de jardim, como montar um jardim
• 9:45 hs – intervalo
• 10:00 hs – aula prática / plantio em vasos
• 13:00 hs – encerramento
18/10/14 (sábado) – Professor Valério
• 8:00 hs – Ferramentas para jardinagem, teoria e prática
• 9:45 hs – intervalo
• 10:00 hs – Manutenção do jardim
• 13:00 hs – Entrega certificados (CEAT) e encerramento
Cada aluno deve levar seu material: podão de mão, pazinha e garfinho.
Canteiros Floridos da Rodoviária
Foi um sucesso o plantio de flores nos canteiros da rodoviária no dia 25 de maio de 2014, como mais uma ação do Projeto Florir Teresópolis do CEAT.
Visitem e curtam
Vamos florir a rodoviária
Esperamos por você.
Para maiores informações ligue para o CEAT 99249-8082
APRESENTAÇÃO DO PROJETO FLORIR TERESÓPOLIS NA UERJ
Apresentação do Projeto Florir Teresópolis na UERJ
Foi muito produtiva a apresentação de o projeto Florir Teresópolis para a turma de Graduação em Turismo da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). A apresentação feita por Simone Chacon, presidente do CEAT – Centro de Ecologia Aplicada de Teresópolis.
Foi apresentado aos alunos os, principais, pontos turísticos da cidade, a relevância da cidade está situada entre 3 parques: Parque Nacional da Serra dos Órgãos, Parque Estadual dos Três Picos e Parque Natural Montanhas; a necessidade de tornar Teresópolis um polo turístico com planejamento urbano e paisagístico; visando sustentabilidade e conservação ambiental.
Estavam presentes, também, na palestra os professores Rafael Fortunato (Coordenador de Graduação), Clara Lemos (Sub – Chefe do Departamento de Turismo), Cleber Castro (Coordenador do Programa de Palestras – Lattur do Departamento de Turismo da UERJ) e Wagner Lemos (Diretor de Mobilização do CEAT).
Os alunos foram receptivos e se propuseram ajudar nos projetos futuros do CEAT, já com a participação, confirmada, no plantio que será realizado no dia 26 de abril, sábado, no Terminal Rodoviário de Teresópolis.
O Centro de Ecologia Aplicada de Teresópolis agradece o convite e o acolhimento recebido nesta Instituição.
CEAT na UERJ
No dia 8 de abril, às 16:00, será apresentado o Projeto Florir Teresópolis para alunos da Graduação em Turismo da UERJ. O projeto será apresentado por Simone Chacon Presidente do CEAT e autora do Projeto.
O convite para o CEAT faz parte do Programa de Palestras do Laboratório Território e Turismo (Lattur) do Departamento de Turismo da UERJ, coordenado pelo prof. Cleber Castro
Esta ação, também, faz parte do estatuto do CEAT, que é manter estreito intercâmbio técnico-cientifico, firmar convênios e estabelecer parcerias com instituições que tenham objetivos semelhantes. Compareçam.
Saiba mais sobre o Florir Teresópolis clicando aqui.
Encontro no Horto Municipal
Estiveram reunidos, neste sábado, dia 29 de março, no Horto Municipal, o Secretário de Municipal de Serviços Públicos Sr. Beto Rosa, o Sr. Tião Correa e Diretores do CEAT (Centro de Ecologia Aplicada de Teresópolis) para abordar aspectos relacionados ao embelezamento da cidade. O foco principal foi determinar o projeto paisagístico para o entorno do Terminal Rodoviário de Teresópolis. Ao final da reunião foi determinado que o plantio será realizado no dia 26 de abril, com o apoio da PMT, entidades interessadas e todo cidadão que queira contribuir com a ação.
Nova Diretoria do CEAT
Domingo 23 de março de 2014 foi realizada Assembleia Geral Ordinária, tendo como pauta principal a eleição na nova diretoria. Na presença de associados foi eleita por aclamação:
Simone Chacon Costa – Presidente
Madalena Rucker – Vice Presidente
Augusto Edmundo Braga – Dir.Relações Institucionais
Valério Féo – Dir. Técnico
João Luiz Lincoln - Dir. Ações Educacionais
Jorge Serafim - Dir. Financeiro
Wagner L.Lemos - Dir. Mobilização
Antônio Celso de Miranda - Dir.Ações Socio Ambientais
Marina Didonet - Dir.Eventos
Joaquim Mouzinho - Dir. Jurídico
Na oportunidade Dr. Augusto Braga foi homenageado pelos quatro anos a frente da Presidência do CEAT, com a Placa de Mérito, em nome de todas as Diretorias (atual e anteriores).
Foram apresentados os projetos para o próximo semestre pela nova Presidente, e lançado oficialmente o novo site ecoaplicada.com.br, apresentado pelo Diretor de Mobilização, confira as fotos do evento.
4 anos de CEAT
Comemoramos na sexta feira dia 21 os 4 anos da fundação do CEAT com nossos amigos, sócios, colaboradores novos e antigos, no restaurante Paraíso de Agriões.
Assinar:
Postagens (Atom)

Número de comentários: 























