O solo, peça chave para a vida no planeta Terra, é um recurso natural, importante para o desenvolvimento da agricultura, inerente a natureza e de onde são extraídos os alimentos.
Assim como a água e o ar, o solo também é um recurso natural não renovável. O uso contínuo do solo e sem precedentes favorece o desgaste deste recurso. Existem técnicas que aliadas a grandes investimentos podem recuperar os danos causados ao solo. Por isso, entende-se o solo como um recurso natural potencialmente renovável.
A agricultura em geral tem como base o solo para seu desenvolvimento. No entanto, segundo princípios agroecológicos, a agricultura orgânica - não dependente de adubos químicos -, se destaca pela manutenção de um solo adequado às suas práticas.
O solo é um componente do ambiente e a sua degradação pode ser considerada um tipo de degradação ambiental. A degradação do solo na agricultura convencional possui duas causas diferentes, seja por produtos ou por técnicas utilizadas no campo. O uso do solo pela agricultura orgânica tem como base o fornecimento de matéria orgânica na forma de adubos verdes e cobertura morta, caracterizando a aplicação de compostos orgânicos.
A adubação verde é um procedimento recomendado na agroecologia e bastante utilizado na prática agrícola em geral, e consiste em incorporar ao solo matéria orgânica proveniente de um cultivo com a finalidade de melhorar as condições nutricionais do solo; ao mesmo tempo em que se evita a erosão e a degradação de suas propriedades.
Caso não sejam realizadas práticas que conservem o solo: torna-se imprescindível o planejamento rural, na recuperação de solos degradados. Deve-se racionalizar o uso da terra de acordo com as características naturais, sempre almejando o manejo adequado, a conservação do solo e os benefícios econômicos que a produção pode promover. A recuperação do solo e o não desmatamento de novas áreas para plantio, aliado ao reflorestamento e a policultura são soluções abrangentes e que demonstram resultados benéficos ao ambiente.
A valorização, conservação e preservação do solo é de extrema importância para a manutenção da qualidade do ambiente e extensão por muitos anos das atividades exercidas com este recurso.
Fonte
Assets Facebook
Menu em CSS3
Areas de Preservação Permanente
As zonas ripárias constituem a vegetação que fica às margens dos córregos e rios, fazendo parte das Áreas de Proteção Permanente (APPs). Ou melhor, na maioria dos cursos d´água, ficava às margens de córregos e rios, pois grande parte foi removida para estabelecimento de agricultura.
A largura obrigatória dessa vegetação foi estabelecida de acordo com a do curso d´água (Lei Federal 7511/86) e possui papel importantíssimo na manutenção de muitas características dos ambientes aquáticos e terrestres, já que localiza-se na transição entre os dois sistemas.
A largura obrigatória dessa vegetação foi estabelecida de acordo com a do curso d´água (Lei Federal 7511/86) e possui papel importantíssimo na manutenção de muitas características dos ambientes aquáticos e terrestres, já que localiza-se na transição entre os dois sistemas.
![]() |
| Clique na imagem para ampliar |
Município de São Paulo insere orgânicos na merenda escolar
Durante a posse dos conselheiros do Comusan (Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de São Paulo), nesta quarta, Haddad ressaltou a importância da participação popular para que políticas públicas na área da segurança alimentar, como a lei da merenda orgânica, se tornem realidade.
A discussão do projeto começou em maio de 2013, na Semana da Agroecologia realizada na Câmara Municipal, e foi aprimorada em duas audiências públicas e inúmeros debates. O texto substitutivo aprovado foi amplamente discutido, para que a aquisição de alimentos orgânicos fosse viável para a Secretaria Municipal de Educação, já que envolvia uma grande escala por se tratar de uma cidade como São Paulo.
A inclusão dos alimentos se dará de forma progressiva, mediante um plano a ser aprovado pelo Comusan. Foram quase dois anos de debate na Câmara, envolvendo órgãos municipais – Departamento de Alimentação Escolar da Secretaria Municipal de Educação, Supervisão de Abastecimento da Secretaria do Desenvolvimento, Empreendedorismo e Trabalho e Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente ; federais – Ministério do Desenvolvimento Agrário e INCRA e das organizações da sociedade civil e movimentos sociais – Plataforma de Apoio à Agricultura Orgânica da Cidade de São Paulo, Movimento Urbano de Agroecologia MUDA SP, Federação de Agricultores Familiares, Sindicato dos Nutricionistas entre outras.
A Prefeitura regulamentará a lei em até 180 dias a contar da apresentação do Plano de Introdução Progressiva de Alimentos Orgânicos ou de Base Agroecológica na Alimentação Escolar.
Fonte
A discussão do projeto começou em maio de 2013, na Semana da Agroecologia realizada na Câmara Municipal, e foi aprimorada em duas audiências públicas e inúmeros debates. O texto substitutivo aprovado foi amplamente discutido, para que a aquisição de alimentos orgânicos fosse viável para a Secretaria Municipal de Educação, já que envolvia uma grande escala por se tratar de uma cidade como São Paulo.
A inclusão dos alimentos se dará de forma progressiva, mediante um plano a ser aprovado pelo Comusan. Foram quase dois anos de debate na Câmara, envolvendo órgãos municipais – Departamento de Alimentação Escolar da Secretaria Municipal de Educação, Supervisão de Abastecimento da Secretaria do Desenvolvimento, Empreendedorismo e Trabalho e Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente ; federais – Ministério do Desenvolvimento Agrário e INCRA e das organizações da sociedade civil e movimentos sociais – Plataforma de Apoio à Agricultura Orgânica da Cidade de São Paulo, Movimento Urbano de Agroecologia MUDA SP, Federação de Agricultores Familiares, Sindicato dos Nutricionistas entre outras.
A Prefeitura regulamentará a lei em até 180 dias a contar da apresentação do Plano de Introdução Progressiva de Alimentos Orgânicos ou de Base Agroecológica na Alimentação Escolar.
Fonte
Prestação de contas 2015
Aconteceu dia 22/03 no salão hortênsia do Hotel Alpina a prestação de contas do CEAT.
Segue para conhecimento dos membros e sociedade:
Para acompanhar prestações de contas anteriores, clique aqui
Segue para conhecimento dos membros e sociedade:
Para acompanhar prestações de contas anteriores, clique aqui
Declaração Universal dos Direitos da Água
1- A água faz parte do patrimônio do planeta;
2-A água é a seiva do nosso planeta;
3- Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados;
4- O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos;
5- A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores;
6- A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo;
7- A água não deve ser desperdiçada nem poluída, nem envenenada;
8- A utilização da água implica respeito à lei;
9- A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social;
10- O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA dia 22 de março
Prezados associados, amigos e colaboradores, realizaremos no dia vinte e dois de março de 2015, a nossa Assembleia Geral Ordinária. É muito importante a sua presença! Participe!
Participar é estar perto das comunidades e seus problemas, gerar estratégias e projetos para melhorar a qualidade de vida, desenvolver meios de educar, trabalhar e preservar o meio em que vivemos. Ter boas ideias, compartilhar e colocar em prática.
Segue a convocação:
--
ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA
CONVOCAÇÃO
Na qualidade de Presidente do CEAT – Centro de Ecologia Aplicada de Teresópolis, no uso de minhas atribuições e com base nos termos do Artigo 10 do Estatuto Social, convoco os associados para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se no Salão Hortênsia do Hotel Alpina, na rua Cândido Portinari nº 837, Golf – Teresópolis – RJ, no dia 22, de março de 2015, às 9:00 em 1ª convocação ou às 10:00 em 2ª e última convocação, para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA.
A) Apresentação do Relatório da Diretoria;
B) Aprovação das contas do Exercício Anterior (01/01/14 a 31/12/14);
C) Apresentação do Planejamento para o ano de 2015;
D) Outros Assuntos de Interesse Social.
Teresópolis, 26 de fevereiro de 2015.
Simone Chacon Costa
--
Aguardamos vocês na Assembleia.
Maiores informações, fale conosco clicando aqui
Ou envie e-mail para ceat.tere@gmail.com.
Participar é estar perto das comunidades e seus problemas, gerar estratégias e projetos para melhorar a qualidade de vida, desenvolver meios de educar, trabalhar e preservar o meio em que vivemos. Ter boas ideias, compartilhar e colocar em prática.
Segue a convocação:
--
ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA
CONVOCAÇÃO
Na qualidade de Presidente do CEAT – Centro de Ecologia Aplicada de Teresópolis, no uso de minhas atribuições e com base nos termos do Artigo 10 do Estatuto Social, convoco os associados para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se no Salão Hortênsia do Hotel Alpina, na rua Cândido Portinari nº 837, Golf – Teresópolis – RJ, no dia 22, de março de 2015, às 9:00 em 1ª convocação ou às 10:00 em 2ª e última convocação, para deliberarem sobre a seguinte ORDEM DO DIA.
A) Apresentação do Relatório da Diretoria;
B) Aprovação das contas do Exercício Anterior (01/01/14 a 31/12/14);
C) Apresentação do Planejamento para o ano de 2015;
D) Outros Assuntos de Interesse Social.
Teresópolis, 26 de fevereiro de 2015.
Simone Chacon Costa
--
Aguardamos vocês na Assembleia.
Maiores informações, fale conosco clicando aqui
Ou envie e-mail para ceat.tere@gmail.com.
Dia Internacional das Florestas
Em 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou uma resolução para a criação do “Dia Internacional das Florestas”, que seria celebrado nos dias 21 de março de cada ano. A criação desta nova celebração surgiu no intuito de reforçar a importância dos ecossistemas florestais, bem como a importância de todos os ecossistemas para o desenvolvimento sustentável e a necessidade de preservá-los.
Em março de 2013, a ONU celebrou o primeiro “Dia Internacional das Florestas”, lançando algumas estimativas. De acordo com a Organização, tanto os desmatamentos quanto o manejo da terra são responsáveis por 17% das emissões de dióxido de carbono (um dos principais gases que contribuem para o aquecimento global) geradas pelo ser humano. Contudo, nas últimas décadas a taxa de desmatamento caiu em 20%, segundo o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em entrevista à Rádio ONU.
Essa queda na taxa de desmatamentos foi considerada animadora, mas ainda temos que reduzir mais. Reforçando essa necessidade, Ban fez um apelo aos governantes e à sociedade civil para que se reduza o desmatamento e a pobreza. Ele sugere a promoção de meios de subsistências alternativos que demandem um menor uso dos recursos florestais, já que cerca de 3 milhões de pessoas usam a madeira como combustível fóssil e aproximadamente 750 milhões vivem em florestas.
Para garantir a integridade das florestas, a ONU quer que o desmatamento ilegal seja erradicado, propondo que os países apoiem a sua campanha “Desmatamento Ilegal Zero”, promovendo o plantio de árvores e o controle dos desmatamentos ilegais.
Por Flávia Figueiredo
FONTE: Brasil Escola
Em março de 2013, a ONU celebrou o primeiro “Dia Internacional das Florestas”, lançando algumas estimativas. De acordo com a Organização, tanto os desmatamentos quanto o manejo da terra são responsáveis por 17% das emissões de dióxido de carbono (um dos principais gases que contribuem para o aquecimento global) geradas pelo ser humano. Contudo, nas últimas décadas a taxa de desmatamento caiu em 20%, segundo o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em entrevista à Rádio ONU.
Essa queda na taxa de desmatamentos foi considerada animadora, mas ainda temos que reduzir mais. Reforçando essa necessidade, Ban fez um apelo aos governantes e à sociedade civil para que se reduza o desmatamento e a pobreza. Ele sugere a promoção de meios de subsistências alternativos que demandem um menor uso dos recursos florestais, já que cerca de 3 milhões de pessoas usam a madeira como combustível fóssil e aproximadamente 750 milhões vivem em florestas.
Para garantir a integridade das florestas, a ONU quer que o desmatamento ilegal seja erradicado, propondo que os países apoiem a sua campanha “Desmatamento Ilegal Zero”, promovendo o plantio de árvores e o controle dos desmatamentos ilegais.
Por Flávia Figueiredo
FONTE: Brasil Escola
Assinar:
Postagens (Atom)

Número de comentários: 






